Gestão Ambiental

Inventário florestal: quando o estudo é obrigatório?

Inventário florestal: quando o estudo é obrigatório?

O inventário florestal é um estudo técnico utilizado para conhecer as características da vegetação presente em determinada área. Ele permite identificar espécies, medir árvores, estimar volumes de madeira, avaliar o estágio de conservação e produzir informações que ajudam empresas, proprietários rurais e órgãos ambientais a tomarem decisões mais seguras.

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Gestão de resíduos em eventos: o que deve ser planejado?

Gestão de resíduos em eventos: o que deve ser planejado?

A gestão de resíduos em eventos precisa começar muito antes da abertura dos portões e não pode terminar quando o último participante deixa o local. Shows, festivais, congressos, feiras, casamentos, competições esportivas, festas corporativas e celebrações públicas podem gerar grandes volumes de embalagens, restos de alimentos, copos, latas, garrafas, materiais promocionais e resíduos sanitários em poucas horas. Sem planejamento, esses materiais acabam misturados, dificultam a reciclagem, elevam os custos da limpeza e aumentam os impactos ambientais.

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Licença ambiental vencida: a empresa pode continuar funcionando?

Licença ambiental vencida: a empresa pode continuar funcionando?

A licença ambiental vencida é um problema que exige atenção imediata. Em determinadas situações, a empresa poderá continuar funcionando enquanto o órgão ambiental analisa o pedido de renovação. Em outras, manter as atividades depois do vencimento pode caracterizar operação irregular, sujeitando o empreendimento a multas, embargo, suspensão das atividades e outras consequências administrativas, civis e até criminais.A resposta depende principalmente da data em que a renovação foi solicitada, do tipo de licença, das regras aplicáveis ao empreendimento e do cumprimento das condicionantes ambientais.

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Empresas precisam se adequar à nova Lei Ambiental? Entenda o que muda com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental

Empresas precisam se adequar à nova Lei Ambiental? Entenda o que muda com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental

A entrada em vigor da Lei Federal nº 15.190/2025, conhecida como Lei Geral do Licenciamento Ambiental, representa um dos maiores marcos regulatórios da área ambiental brasileira nas últimas décadas. A legislação trouxe novas diretrizes para o licenciamento ambiental em todo o país, estabelecendo normas gerais que deverão ser observadas pelos estados e pelos órgãos responsáveis pela emissão das licenças ambientais.

Em Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), juntamente com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), o Conselho Estadual de Política Ambiental (COPAM), o Instituto Estadual de Florestas (IEF) e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), iniciou um processo de adaptação para adequar seus procedimentos à nova legislação federal.

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Como a SEMAD está adaptando seus processos? Entenda as mudanças no licenciamento ambiental em Minas Gerais em 2026

Como a SEMAD está adaptando seus processos? Entenda as mudanças no licenciamento ambiental em Minas Gerais em 2026

O licenciamento ambiental em Minas Gerais vive um momento de transformação. A entrada em vigor da Lei Federal nº 15.190/2025, conhecida como Lei Geral do Licenciamento Ambiental, inaugurou uma nova fase para os órgãos ambientais brasileiros e trouxe a necessidade de adaptação dos procedimentos adotados pelos estados. Em Minas Gerais, essa responsabilidade está concentrada principalmente na Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), que iniciou um amplo processo de revisão normativa e administrativa para adequar o sistema estadual às novas diretrizes nacionais.

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Armazenamento de Resíduos Hospitalares: Como Fazer o Armazenamento Temporário de Resíduos de Serviços de Saúde de Forma Correta

Armazenamento de Resíduos Hospitalares: Como Fazer o Armazenamento Temporário de Resíduos de Serviços de Saúde de Forma Correta

O armazenamento de resíduos hospitalares é uma das etapas mais importantes do gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Embora muitas instituições concentrem seus esforços na segregação e na destinação final, o armazenamento temporário exerce um papel fundamental para garantir a segurança dos profissionais, dos pacientes, dos visitantes e do meio ambiente. Um procedimento inadequado pode aumentar significativamente os riscos de contaminação, acidentes ocupacionais, proliferação de vetores e autuações pelos órgãos de fiscalização.

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RDC 222/2018: O que os Hospitais Precisam Saber para Garantir a Conformidade no Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde

A RDC 222/2018 representa um dos principais marcos regulatórios para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde no Brasil. Publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a norma estabelece as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), determinando responsabilidades, procedimentos e requisitos que devem ser seguidos por hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios, unidades de pronto atendimento, instituições de pesquisa, serviços veterinários e demais estabelecimentos geradores desses resíduos.

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Licenciamento para Energia Solar: quando é necessário e como funciona o processo em Minas Gerais

A energia solar deixou de ser uma alternativa utilizada apenas por grandes empresas e passou a integrar a realidade de propriedades rurais, indústrias, condomínios, comércios e residências em praticamente todo o Brasil. Minas Gerais ocupa posição de destaque nesse cenário, sendo um dos estados líderes em geração distribuída e implantação de usinas fotovoltaicas. O crescimento acelerado do setor trouxe inúmeras oportunidades de investimento, mas também aumentou a necessidade de planejamento ambiental para garantir que novos empreendimentos sejam implantados de forma regular, sustentável e em conformidade com a legislação.

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Logística Reversa: Entenda as Obrigações Legais das Empresas em 2026

A logística reversa tornou-se uma das principais exigências ambientais para empresas brasileiras nos últimos anos. Com o fortalecimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o aumento das fiscalizações ambientais e o crescimento das práticas ESG, empresas de diversos segmentos passaram a ser cobradas por maior responsabilidade sobre os resíduos gerados pelos produtos que colocam no mercado.

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Indicadores Ambientais que Toda Empresa Deveria Monitorar em 2026

A gestão ambiental empresarial deixou de ser apenas uma obrigação regulatória e passou a ocupar posição estratégica dentro das organizações. Em um cenário cada vez mais pressionado por exigências legais, critérios ESG, auditorias ambientais e cobranças do mercado, empresas de diferentes segmentos passaram a compreender que monitorar indicadores ambientais não é apenas uma questão de conformidade, mas também de competitividade.

Em 2026, organizações que acompanham seus indicadores ambientais conseguem reduzir custos operacionais, minimizar riscos jurídicos, melhorar sua reputação institucional e fortalecer relações comerciais. Além disso, empresas que possuem dados ambientais organizados conseguem responder com maior eficiência às exigências de clientes, investidores e órgãos fiscalizadores.

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