Gestão Ambiental

RDC 222/2018: O que os Hospitais Precisam Saber para Garantir a Conformidade no Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde

A RDC 222/2018 representa um dos principais marcos regulatórios para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde no Brasil. Publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a norma estabelece as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), determinando responsabilidades, procedimentos e requisitos que devem ser seguidos por hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios, unidades de pronto atendimento, instituições de pesquisa, serviços veterinários e demais estabelecimentos geradores desses resíduos.

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Licenciamento para Energia Solar: quando é necessário e como funciona o processo em Minas Gerais

A energia solar deixou de ser uma alternativa utilizada apenas por grandes empresas e passou a integrar a realidade de propriedades rurais, indústrias, condomínios, comércios e residências em praticamente todo o Brasil. Minas Gerais ocupa posição de destaque nesse cenário, sendo um dos estados líderes em geração distribuída e implantação de usinas fotovoltaicas. O crescimento acelerado do setor trouxe inúmeras oportunidades de investimento, mas também aumentou a necessidade de planejamento ambiental para garantir que novos empreendimentos sejam implantados de forma regular, sustentável e em conformidade com a legislação.

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Logística Reversa: Entenda as Obrigações Legais das Empresas em 2026

A logística reversa tornou-se uma das principais exigências ambientais para empresas brasileiras nos últimos anos. Com o fortalecimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o aumento das fiscalizações ambientais e o crescimento das práticas ESG, empresas de diversos segmentos passaram a ser cobradas por maior responsabilidade sobre os resíduos gerados pelos produtos que colocam no mercado.

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Indicadores Ambientais que Toda Empresa Deveria Monitorar em 2026

A gestão ambiental empresarial deixou de ser apenas uma obrigação regulatória e passou a ocupar posição estratégica dentro das organizações. Em um cenário cada vez mais pressionado por exigências legais, critérios ESG, auditorias ambientais e cobranças do mercado, empresas de diferentes segmentos passaram a compreender que monitorar indicadores ambientais não é apenas uma questão de conformidade, mas também de competitividade.

Em 2026, organizações que acompanham seus indicadores ambientais conseguem reduzir custos operacionais, minimizar riscos jurídicos, melhorar sua reputação institucional e fortalecer relações comerciais. Além disso, empresas que possuem dados ambientais organizados conseguem responder com maior eficiência às exigências de clientes, investidores e órgãos fiscalizadores.

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Inteligência Artificial no Monitoramento Ambiental e Adaptação Climática: Como reduzir custos operacionais e aumentar a resiliência urbana

A transformação digital chegou definitivamente à gestão ambiental. O que antes dependia de medições pontuais, relatórios periódicos e respostas reativas, hoje evolui para um modelo preditivo, automatizado e orientado por dados. A combinação entre sensores inteligentes, Internet das Coisas e Inteligência Artificial está redefinindo a forma como empresas e governos monitoram e controlam seus ativos ambientais.

Ao mesmo tempo, eventos climáticos extremos se tornaram mais frequentes e intensos, pressionando cidades e indústrias a repensarem seus sistemas de drenagem e gestão hídrica. Nesse contexto, eficiência operacional e resiliência deixaram de ser conceitos separados e passaram a atuar de forma integrada.

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O que mudou na legislação ambiental em 2026 e sua empresa ainda não sabe

Se a sua empresa ainda opera com a lógica ambiental de 2023 ou 2024, existe um risco real de estar desatualizada. A entrada em vigor da Lei nº 15.190/2025, originada do PL 2159/21, marcou o início de uma nova fase regulatória no Brasil, com impactos diretos na forma como empresas licenciam, operam e gerenciam riscos ambientais. Desde fevereiro de 2026, o país passou a operar sob um novo marco legal que não apenas simplifica processos, mas redistribui responsabilidades, altera o nível de exigência técnica e muda completamente a dinâmica entre empresas e órgãos ambientais.

O problema é que muitas empresas ainda não entenderam o impacto prático dessas mudanças. E isso pode custar caro.

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Gestão de Efluentes e Água: Sua ETE é um custo ou um investimento?

Gestão de Efluentes e Água: Sua ETE é um custo ou um investimento?

Durante décadas, a Estação de Tratamento de Efluentes foi vista dentro das empresas como um centro de custo inevitável, uma exigência legal que não gera retorno direto. Esse paradigma mudou. Em um cenário de escassez hídrica, aumento tarifário e pressão por práticas ESG, a gestão inteligente de efluentes passou a ser um vetor estratégico de geração de valor.

A pergunta central deixou de ser quanto custa manter uma ETE e passou a ser quanto ela pode economizar e até gerar de retorno. O reuso de água tratada, aliado à modernização de sistemas antigos, já permite reduzir custos operacionais em até 40% em determinados setores industriais. Mais do que compliance ambiental, estamos falando de eficiência financeira e competitividade.

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A Nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental na Prática: impactos no tempo de resposta dos órgãos ambientais

A aprovação e entrada em vigor da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, originada do PL 2159/21 e consolidada como Lei nº 15.190/2025, representa uma das mudanças mais relevantes no ambiente regulatório brasileiro das últimas décadas. O licenciamento ambiental sempre foi um dos principais gargalos para investimentos no país, frequentemente associado à morosidade dos processos, insegurança jurídica e conflitos entre desenvolvimento econômico e proteção ambiental. Com a nova legislação, o discurso central passa a ser a busca por maior previsibilidade, simplificação e redução de prazos. Porém, na prática, os efeitos sobre o tempo de resposta dos órgãos ambientais são mais complexos e exigem uma análise técnica e estratégica.
Você vai entender como a nova lei altera fluxos, redefine responsabilidades e impacta diretamente a velocidade das análises ambientais, com base em fontes oficiais do governo brasileiro e dados atualizados.

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Consulta SLA SEMAD: como acompanhar seu processo de licenciamento ambiental em Minas Gerais

Consulta SLA SEMAD: como acompanhar seu processo de licenciamento ambiental em Minas Gerais

Se você está passando por um processo de licenciamento ambiental em Minas Gerais, provavelmente já se perguntou em algum momento como acompanhar o andamento do seu processo na SEMAD. E mais do que isso, o que significa SLA e como ele impacta diretamente no prazo da sua licença.

Eu vou te explicar isso de forma bem clara, prática e estratégica, como faço no dia a dia com empresas que precisam de previsibilidade e segurança ambiental.

A consulta de SLA na SEMAD não é só uma ferramenta de acompanhamento. Ela é uma forma de entender o ritmo do seu processo, identificar possíveis atrasos e agir antes que isso vire um problema maior.

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Licenciamento Ambiental: quais empresas precisam e como se regularizar com segurança em 2026

Se você empreende ou pretende abrir uma empresa no Brasil, existe uma pergunta que precisa ser respondida com muita clareza desde o início do seu planejamento: sua atividade precisa de licenciamento ambiental? Essa não é apenas uma exigência burocrática. É uma etapa estratégica que impacta diretamente a legalidade, a reputação e até a viabilidade econômica do seu negócio.

A partir de uma análise aprofundada do posicionamento da Projeta Sustentável, tanto no ambiente digital quanto institucional, fica evidente que existe uma preocupação real em orientar empresas sobre conformidade ambiental, redução de riscos e construção de operações mais responsáveis. E isso nunca foi tão atual. Em 2026, sustentabilidade deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico para competir no mercado.

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