Licenciamento Ambiental

Licença ambiental vencida: a empresa pode continuar funcionando?

Licença ambiental vencida: a empresa pode continuar funcionando?

A licença ambiental vencida é um problema que exige atenção imediata. Em determinadas situações, a empresa poderá continuar funcionando enquanto o órgão ambiental analisa o pedido de renovação. Em outras, manter as atividades depois do vencimento pode caracterizar operação irregular, sujeitando o empreendimento a multas, embargo, suspensão das atividades e outras consequências administrativas, civis e até criminais.A resposta depende principalmente da data em que a renovação foi solicitada, do tipo de licença, das regras aplicáveis ao empreendimento e do cumprimento das condicionantes ambientais.

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Empresas precisam se adequar à nova Lei Ambiental? Entenda o que muda com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental

Empresas precisam se adequar à nova Lei Ambiental? Entenda o que muda com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental

A entrada em vigor da Lei Federal nº 15.190/2025, conhecida como Lei Geral do Licenciamento Ambiental, representa um dos maiores marcos regulatórios da área ambiental brasileira nas últimas décadas. A legislação trouxe novas diretrizes para o licenciamento ambiental em todo o país, estabelecendo normas gerais que deverão ser observadas pelos estados e pelos órgãos responsáveis pela emissão das licenças ambientais.

Em Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), juntamente com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), o Conselho Estadual de Política Ambiental (COPAM), o Instituto Estadual de Florestas (IEF) e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), iniciou um processo de adaptação para adequar seus procedimentos à nova legislação federal.

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Como a SEMAD está adaptando seus processos? Entenda as mudanças no licenciamento ambiental em Minas Gerais em 2026

Como a SEMAD está adaptando seus processos? Entenda as mudanças no licenciamento ambiental em Minas Gerais em 2026

O licenciamento ambiental em Minas Gerais vive um momento de transformação. A entrada em vigor da Lei Federal nº 15.190/2025, conhecida como Lei Geral do Licenciamento Ambiental, inaugurou uma nova fase para os órgãos ambientais brasileiros e trouxe a necessidade de adaptação dos procedimentos adotados pelos estados. Em Minas Gerais, essa responsabilidade está concentrada principalmente na Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), que iniciou um amplo processo de revisão normativa e administrativa para adequar o sistema estadual às novas diretrizes nacionais.

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O que muda no licenciamento ambiental em Minas Gerais em 2026?

O que muda no licenciamento ambiental em Minas Gerais em 2026? Entenda as principais mudanças da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental

O licenciamento ambiental sempre foi um dos principais instrumentos para garantir que empreendimentos potencialmente poluidores sejam implantados de forma responsável, conciliando desenvolvimento econômico e proteção ao meio ambiente. Em Minas Gerais, estado com forte presença dos setores de mineração, agronegócio, indústria, energia e infraestrutura, esse processo possui grande importância para empresas, investidores e órgãos públicos.

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ESG para Pequenas e Médias Empresas: Como Adequar Seu Negócio às Novas Exigências do Mercado em 2026

Nos últimos anos, a sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar uma exigência real do mercado. Empresas de todos os tamanhos estão sendo cobradas por clientes, investidores, fornecedores e órgãos reguladores a adotarem práticas ambientais, sociais e de governança mais responsáveis. Em 2026, o ESG consolidou-se como uma das principais estratégias corporativas para empresas que desejam crescer de forma sustentável, reduzir riscos e aumentar sua credibilidade.

Embora muitas pessoas associem ESG apenas às grandes corporações, pequenas e médias empresas também estão diretamente inseridas nesse cenário. Inclusive, diversos negócios de menor porte passaram a sofrer pressão de grandes clientes que exigem comprovação de conformidade ambiental, gestão adequada de resíduos, redução de impactos ambientais e responsabilidade social.

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Inteligência Artificial no Monitoramento Ambiental e Adaptação Climática: Como reduzir custos operacionais e aumentar a resiliência urbana

A transformação digital chegou definitivamente à gestão ambiental. O que antes dependia de medições pontuais, relatórios periódicos e respostas reativas, hoje evolui para um modelo preditivo, automatizado e orientado por dados. A combinação entre sensores inteligentes, Internet das Coisas e Inteligência Artificial está redefinindo a forma como empresas e governos monitoram e controlam seus ativos ambientais.

Ao mesmo tempo, eventos climáticos extremos se tornaram mais frequentes e intensos, pressionando cidades e indústrias a repensarem seus sistemas de drenagem e gestão hídrica. Nesse contexto, eficiência operacional e resiliência deixaram de ser conceitos separados e passaram a atuar de forma integrada.

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O que mudou na legislação ambiental em 2026 e sua empresa ainda não sabe

Se a sua empresa ainda opera com a lógica ambiental de 2023 ou 2024, existe um risco real de estar desatualizada. A entrada em vigor da Lei nº 15.190/2025, originada do PL 2159/21, marcou o início de uma nova fase regulatória no Brasil, com impactos diretos na forma como empresas licenciam, operam e gerenciam riscos ambientais. Desde fevereiro de 2026, o país passou a operar sob um novo marco legal que não apenas simplifica processos, mas redistribui responsabilidades, altera o nível de exigência técnica e muda completamente a dinâmica entre empresas e órgãos ambientais.

O problema é que muitas empresas ainda não entenderam o impacto prático dessas mudanças. E isso pode custar caro.

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Gestão de Efluentes e Água: Sua ETE é um custo ou um investimento?

Gestão de Efluentes e Água: Sua ETE é um custo ou um investimento?

Durante décadas, a Estação de Tratamento de Efluentes foi vista dentro das empresas como um centro de custo inevitável, uma exigência legal que não gera retorno direto. Esse paradigma mudou. Em um cenário de escassez hídrica, aumento tarifário e pressão por práticas ESG, a gestão inteligente de efluentes passou a ser um vetor estratégico de geração de valor.

A pergunta central deixou de ser quanto custa manter uma ETE e passou a ser quanto ela pode economizar e até gerar de retorno. O reuso de água tratada, aliado à modernização de sistemas antigos, já permite reduzir custos operacionais em até 40% em determinados setores industriais. Mais do que compliance ambiental, estamos falando de eficiência financeira e competitividade.

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A Nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental na Prática: impactos no tempo de resposta dos órgãos ambientais

A aprovação e entrada em vigor da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, originada do PL 2159/21 e consolidada como Lei nº 15.190/2025, representa uma das mudanças mais relevantes no ambiente regulatório brasileiro das últimas décadas. O licenciamento ambiental sempre foi um dos principais gargalos para investimentos no país, frequentemente associado à morosidade dos processos, insegurança jurídica e conflitos entre desenvolvimento econômico e proteção ambiental. Com a nova legislação, o discurso central passa a ser a busca por maior previsibilidade, simplificação e redução de prazos. Porém, na prática, os efeitos sobre o tempo de resposta dos órgãos ambientais são mais complexos e exigem uma análise técnica e estratégica.
Você vai entender como a nova lei altera fluxos, redefine responsabilidades e impacta diretamente a velocidade das análises ambientais, com base em fontes oficiais do governo brasileiro e dados atualizados.

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Licenciamento Ambiental: quais empresas precisam e como se regularizar com segurança em 2026

Se você empreende ou pretende abrir uma empresa no Brasil, existe uma pergunta que precisa ser respondida com muita clareza desde o início do seu planejamento: sua atividade precisa de licenciamento ambiental? Essa não é apenas uma exigência burocrática. É uma etapa estratégica que impacta diretamente a legalidade, a reputação e até a viabilidade econômica do seu negócio.

A partir de uma análise aprofundada do posicionamento da Projeta Sustentável, tanto no ambiente digital quanto institucional, fica evidente que existe uma preocupação real em orientar empresas sobre conformidade ambiental, redução de riscos e construção de operações mais responsáveis. E isso nunca foi tão atual. Em 2026, sustentabilidade deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico para competir no mercado.

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